domingo, 10 de outubro de 2010

Como Milton Santos relaciona globalização, fragmentação, lugar e cotidiano na aceleração contemporânea?


Controlamos o seu lixo, o seu alimento, as suas roupas, seu atendiemto, todas as suas necessidades, nós somos o verdadeiro sistema.

A construção de um determinado espaço tem nos mostrado o desenvolvimento do processo histórico como base empírica e palco das relações sociais que o homem vem se apropriando e deixando suas marcas, rugosidades. A necessidade que o homem possui é a de lograr exito nas conquistas espaciais e para isso as fronteiras tornam-se meramente parte do processo. O sistema de relações construido no teatro da vida buscou a todo tempo formas e alternativas de comunicação que levassem aproximidade e coexão de uma rede unificada entre os lugares. A espacialização pode com tudo isso se diferenciar de costumes, estruturas regionais de interesses locais, porem a estrutura economica por base de interesses em comum pode interligar espaços que fragmentados podem formar uma força econômica hegemonica. Esse processo permite que, através da necessidade de comunicação, isto é, evolução das tecnologias que vão propiciar a aceleração dos processos, aumentando as redes sociais, diminuindo as distâncias no que se refere ao tempo e tornando o espaço econômico mais coeso. Com tudo isso, se nos atentarmos as formas em uma escala menos generalizada, vamos perceber que o processo contínuo de criação também pode banalizar a vida, criar novas formas de segregação, aumentar as distâncias socio economicas e confinar as pessoas que não possuem poder aquisitivo em espaços fechados. As tecnologias servem para melhorar a nossa comunicação, vão permitir as relações econômicas e as redes sociais, porem cabe se perguntar que tipo de pessoas são as que se globalizam? Que tipo de pessoa são as que gozam dos fatores econômicos. É sabido que são as pessoas que se globalizam e os lugares, as tecnologias aceleram os processos em benefício do homem e do espaço, e este mesmo homem cria relações hierarquicas de poderdentro desse espaço. Alguns sistemas mais desenvolvidos do que o outros vão criar relações de dominação de lugares, criando uma centralidade e uma periferia espacial. As pessoas que vivem nos seus espaços, por afinidades em comum, desenvolvem uma relação com a terra, um sentimento de região que os toma por lugar, essas pessoas podem se dividir em grupos desenvolvendo cada grupo suas próprias relações com os lugares, esses lugares com o passar dos tempos podem se comunicar e a necessidade pode ser superada por tecnologias que diminuam as distâncias e facilitem a comunicação, essa comunicação vai propiciar uma rede econômica e este por sua vez vai desenvolver relações de poder.


Foto 1: Clube da Luta
Foto 2: Tarsila do Amaral (a familia)
Foto 3: Maquete do Imperio Romano
Foto 4: Canudos

domingo, 15 de agosto de 2010

Imperio Americano - O começo do Fim??

Todos que tiveram a infância na década de 80 e vislumbraram a inovação tecnológica dos anos 90 e acompanharam todas as transformações desse tempo posterior ao ano 2000 tiveram a oportunidade de acompanhar e vivenciar o começo do fim de um dos últimos impérios modernos. Desde o fim do Império Romano, nunca chegamos a imaginar que um evento histórico tivesse tanta importância, e que isso refletisse no futuro. E como o modo de vida dos romanos tivesse influenciado de alguma forma os tempos atuais, desde o senado e formação de leis, sua gênese permanece intacta. Os Estados Unidos da América com sua ideologia do modo de vida americano misturado com xenofobia parece até contraditório, pois a sua nação é formada por etnias de diversas culturas existentes que lhes dão a falsa impressão de uma unicidade de identidade etnica cultural, pois como pode um povo formado por diversas culturas, sentir desprezo por outras. O unico fator que uni essa nação é a reprodução do modo de produção capitalista de ser. Contaminou e influenciou um mundo inteiro, desde sua rede capitalista, calças jeans, musica, cinema, camisas polos e hambúrgueres. Foi criado uma rede economica com o qual todos pudessem entrar e no fim aprisionar a suas vontades, pois uma vez dentro do modo de produção, o ordenamento mundial espalha seu terro de sanção economica, ameaçando pulverizar com definhamento estatal da não progressão da economia. Com isso muitas nações estão sendo contaminadas com ódio aos E.U.A, que bancam como se fossem a policia do mundo moderno, e isto só vai resultar em tragédias piores ou semelhantes ao 11 de Setembro, guerras de interesses capitalistas misturado com vingança e preconceito, haja vista que o único fator que uni os povos que sofreram com a máquina moderna de guerra americana, é o fato de terem a sua origem árabe, pois o grupo terrorista que os atacou não se intitulou no nome de nenhum país em específico. O que assistimos é o fim de mais um império que perde seu controle sobre outras nações que foram consideradas subjugadas. Os E.U.A não tem nenhum conhecimento geografico, ou apenas fingem não conhecer geografia para que não sejam questionados...

Fonte das fotos: "Washington crossing Delaware" Emanuel Leutze, 1851 (oleo sobre tela)/ Foto (balde): http://dinheiroreciclagem.com / bandeira: http://revistaportuaria.com.br

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Guerra Paulista

Revolução Constitucionalista de 1932


A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do governo provisório de Getulio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil. (fonte wikipedia)


A Revolução foi uma resposta Paulista a Revolução de 1930 que praticamente deixou o governo nas mãos do movimento Tenentista que era inesperiente, em seu tempo. Os Estados perdem o seu poder atuação individual, deixam de ser arquipelagos economicos para uma centralização da economia.


A quebra da politica do café com leite, isto é, os presidentes Paulistas e Mineiros estavam se revesando, uma forma de manter a hegemonia do poder, foi um dos fatores que fizeram parte desse processo, considerando a vitória do gaucho Getulio na revolução anterior.
" O que não compreendem é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado" Julio Prestes







domingo, 30 de maio de 2010

Globalização e Redescoberta da Natureza


O tema "Globalização e Redescoberta da Natureza" é dessses que a atualidade nos impõe, mas deve ser abordade cautelosamente, já que nesse assunto a força das imagens ameaça aposentar prematuramente os conceitos. Por isso, cumpre, urgentemente, retomá-lo e, eventualmente, refazê-los. Nessa tarefa, não nos devemos deixar circunscrever pelos ditames de uma pesquisa automática, instrumentalizada, nem aceitar o pré-requisito de nenhum enunciado. Somente a História nos instrui sobre o significado das coisas. Mas é preciso sempre reconstruí-la, para incorporar novas realidades e novas ideias ou, em outras palavras, para levarmos em conta o tempo que passa e tudo muda. (Milton Santos)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Problemas, de infiltração para escoamento

Os processos de escoamento do corrego Ipesp podem resultar na sedimentação com destino nas galerias pluviais, pois a canalização faz com que as águas tenham mais velocidade com o intuito de evitar as enchentes e diminuir o impacto urbano no que tange a perda de bens materiais e prevenção da leptospirose (doença ocasionada pela urina do rato), os sedimentos podem bloquear a passagem das águas porem em um tempo no qual os atuais governante não vão se preocupar.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

1ª Guerra Mundial

A medida que o homem foi evoluindo, com ele seus procedimentos, de vida, morte e destruição, as fronteiras geograficas foram se definindo em um mundo onde o caos reinava e os meio de comunicação não divulgavam planícies cobertas por um tapete corpos e rios de sangue, chega até ser depressivo mas essa era a realidade nos campos de batalha, quanto mais rudementar eram as tecnicas, mais doloroso era o fim de quem sucumbia através delas. Na primeira guerra mundial que aconteceu 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918 tivemos o que podemos chamar de "a guerra tecnológica", o homem nunca tinha visto um tanque de guerra e nunca imaginou que o veículo de transporte aereo (novidade na época e que era considerado de risco, só os malucos confiavam naquilo) fosse usado como arma bélica (que por sinal foi uma sujestão de seu próprio criador). Surge na história a guerra de trincheiras, os soldados ficavam meses dividindo espaços de condição precaria dividindo espaço com seus mortos, suas necessidades orgânicas, ratos e se infestavam de outras pragas, como o piolho que era o mais comum, fora o constante medo de morrer. Não era assim que estava escrito nos livros de romance, não era assim que imaginavam ser herois. O que eles realmente pensaram era (analisando a foto), quero morrer em qualquer lugar menos nesse buraco, correndo o risco de ser apagado história sem deixar rastro, esse é o maior medo de um homem.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010


As questões ambientais nunca foram tão retratadas em um filme como em Avatar, finalmente a maquina Estatal criadora do capitalismo deu fruto a uma critica provinda de uma genese Taylorista que subestima a analise popular para si identificar quando observa a civilização que nasceu em Pandora ser sugada pela invasora raça humana que tem como objetivo destruir a natureza com sua compactadora de brita criadora de asfalto e concreto e outros recursos poluentes que invadem o habitat de outros seres vivos não se importando com a fauna existente.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Até o Ultimo Homem


Até o Ultimo Homem
O livro de Jeff Shaara leva a todos no inicio do sécula XX, o século dos acontecimentos, o século mais violento dos ultimos tempos, o século da "Era dos Extremos". Hobsbawm
A história de personagens marcantes como o Barão Vermelho e Raul Lufberry contrastam o mundo antigo de uma forma romanceada. A trajetoria da Esquadrilha Lafayete e o dia a dia de soldados cidadãos e fuzileiros que fortificam o contingente na luta contra o país mais ousado dos ultimos tempos, que tentou aplicar no mundo moderno um novo Imperio.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009






Sobre minhas considerações: A falta de emprego afeta, de modo geral, as sociedades, inseridas no capitalismo. Um sistemo no qual a regra unica funciona como uma balança injusta, que desfavorece sempre uma classe, a do proletáriado. Assim como todos (no ocidente), em termos, estão inseridos no mundo capitalista, é comum que quando encontramos um emprego que nos traga algum tipo de renda, a primeira coisa que fazemos é dar graças a Deus pela oportunidade. Abraçamos as causas corporativas como se fossemos donos da empresa, nos prostituimos moralmente, fazendo alusões de épocas difíficeis, de quando estavamos incorporados no exército de reserva sem qualquer perspectiva. As causas pelas quais lutamos deixam de ter sentido quando enxergamos a própria realidade. Alguns podem se perguntar, quando deixaremos de nos escravizar pelo Estado? Se pago IPVA significa que meu carro não me pertence, se não efetuo tributação, esse bem material pode ser confiscado, minha casa não me pertence, se não pago IPTU ela pode ir para leilão. Perdemos tanto tempo em questões adversas que esquecemos de analisar o fato de quem não se preocupa com estas questões, pois muitos não possuem carros e muito menos casa. A luta dos pobres, de modo geral, é a conquista pelo alimento, trabalhamos o mês inteiro, destinamos nossa renda total para as despesas da casa e quando chega na terceira semana, a mistura ja esta no fim.



Muitas empresas assumem o "papel do Estado" para se apoderar por completo da mão-de-obra. As leis trabalhistas que exerciam de certa forma algum processo de justificação de ilusão de direito, passa a ser substituido por "acordos coletivos". O medo do desemprego é um fantasma no que tange diferenças quando refletimos sobre cidadania. É comum que quando estamos no "exercito de reserva", ao sair, incorporamos no mercado capitalista, encaramos nossas vidas sociais como um Titanic, um barco prestes a afundar, assinamos qualquer papel para adentrarmos todos os procedimentos existentes que excluem alguns benefícios da CLT e mergulhamos de cabeça nos acordos que tem como objetivo diminuir os benefícios de quem vai agregar na maquina do Estado.






O intuito dos paises capitalistas, a exemplo os EUA sempre foi o de ampliar seu mercado, utilizando recursos que não o pertence, degradando o ambiente e explorando a mão-de-obra de outros paises emergentes. No processo final, todo capital é levado para os americanos, sobrando apenas, meios de produção e reprodução do modelo americano, somos criados igual gado para no final ser confumido pelo capitalismo.

Empregados de baixa renda, são desvalorizados porque não há necessidade do domínio de muitas técnicas para executar suas funções no processo final. Na medida que corre a capacitação profissional do individuo, sua visão de novos horizzontes começa a perceber novas possibilidades que possa lhe propiciar mais recursos, porem, o mercado é perverso, limita a quantidade de pessoas para a especialização, com o intuito de manter seus exercitos de reserva.



sábado, 21 de novembro de 2009

Escola: Alberto Cardoso de Mello Neto.


Leitura Alternativa - Poemas, romances e crônicas são um material valioso para mostrar, por pontos de vista diferentes, como o homem e o ambiente interagem.
GEOGRAFIA - Paisagem cultural - 6º ao 9º

"O meu nome é Severino,/ como não tenho outro de pia/ Como há muitos Severinos,/ que é santo de romaria,/ deram então de me chamar/ Severino de Maria." Como esses versos tirados do livro Morte em vida Severina, de João Cabral de Melo Neto (1920-1999).

A Geografia mostra varios angulos o ambiente em que vivemos - formado por paisagens naturais e culturais em transformação - e ensina como lê-lo. Nos textos de transformação, o setão de Severino, por exemplo, é descrito de forma bem diferente da enontrada na produção de Melo Neto ou de outros escritores e poretas. "A literatura é capaz de dar uma visão mais humanística do espaçõ geográfico, complementar a que moçada conhece os mapas e materiais didáticos".

As obras literárias são ricas em conteúdos sobre espaço geografico. Grande Sertão: Veredas e Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa (1908-1967), Os Sertões de Euclides da Cunha (1866-1909), Macunaíma e Paulicéia Desvairada, de Mario de Andrade (1893-1945), são bons exemplos.

(trecho da reportagem da revista nova escola, 227 novembro 2009)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mancha Urbana no pé da Serra da Cantareira - A Globalização que aumenta a pegada ecológica


Uma Globalização Perversa

(Milton Santos - Por uma outra Globalização)


Os últimos anos do século XX testemunharam grandes mudanças em toda a face da Terra. O mundo torna-se unificado - em virtude das novas condições técnicas, bases sólidas para uma ação humana mundializada. Esta, entretanto, impõe-se a maior parte da humanidade como uma globalização perversa.

Consideramos, em primeiro lugar, a emergência de uma dupla tirania, a do dinheiro e a da informação, intimamente relacionadas. Ambas, juntas, fornecem as bases do sistema ideológico que legitima as ações características da época e, ao mesmo tempo, buscam conformar segundo um novo ethos as relações sociais e interpessoais, influenciando o caráter das pessoas. A competitividade, sugerida pela produção e pelo consumo, é a fonte de novos totalitarismos, mais facilmente aceitos graças à confusão dos espíritos que se instala. Tem as mesmas origens a produção, na base mesma d vida social, de uma violência estrutural, facilmente visível nas formas de agir dos Estados, das empresas e dos indivíduos. A perversidade sistêmica é um dos corolários.

Dentro desse quadro, as pessoas sentem-se desamparadas, o que também constitui uma incitação a que adotem, em seus comportamentos ordinários, práticas que alguns decênios atrás eram moralmente condenadas. Há um verdadeiro etrocesso quanto a noção de bem público e de solidaderiedade, do qual é emblemático o encolhimento das funções sociais e políticas do Estado com a ampliação da pobreza e os crescentes agravos a soberania, enquanto se amplia o papel político das empresas na regulação da vida social.




domingo, 1 de novembro de 2009

Loango National Park - Gabon, Africa




Milton Santos





Geógrafo


Geógrafo é um cientista cuja a area de estudo é a geografia, seja a geografia fisica ou a geografia humana; o ambiente físico e o habitat humano também fazem parte de seus estudos.


Os geógrafo são historicamente conhecidos como pessoas que elaboram mapas (que mais especificamente é o campo de estudo da cartografia, um subconjunto da geografia). Os estudos de um geógrafo não são apenas os detalhes físicos do ambiente, mas também seus impactos sobre as pessoas e sobre a vida selvagem, percorrendo a ecologia, o tempo e os climas padrões de cada localização, sem contar a economia e também a cultura. Esses estudos são muitas vezes espacialmente centrados nas relações entre esses elementos.

Aziz Ab'Sáber
Os geógrafos fisicos identificam, analisam e interpretam a distribuição e disposição das formas e de outras caracteristicas da superfície terrestre. Os mais modernos geógrafos estão frequentemente envolvidos na resolução de problemas ambientais. Ele vem sendo os principais profissionais em sistemas de informação geográfica e cartográfica. São por vezes contratados por agencias públicas e privadas (que lidam com impactos ambientais), e também por empresas de engenharia.

A profissão de geógrafo exige em geral uma formação ampla e crítica, dado o fato de lidar com grande variedade de temas, que vão da sociedade a naturaza. Dentro dessa perspectiva, ele pode exercer uma série de funções; as principais funções do geógrafo são:

- Dedica-se ao planejamento territorial e ambiental e regional, estudando areas urbanas e rurais, o que envolve análises econômicas e politicas de questões habitacionais, de dinâmica das classes sociais, da produção do espaço, bem como da preservação do patrimônio histórico;

-Contribuir para a area de cartografia, produzindo mapas temáticos e produzindo informações e manipulando informações através de tecnicas de geoprocessamento;
-Assessorar os orgãos públicos no traçado de limites de estados, municípios e regiões administrativas. Lida com aerofotogeografia e o sensoriamento remoto, lendo e interpretando imagens produzidas por radares, aeronaves e satélites orbitais;
-Elaborar relatórios sobre impactos ambientais de obras de engenharia civil;
-Orientar projetos de emprendimentos turísticos e, sobretudo, projetos de desenvolvimento local, regional, nacional e mundial.

Mario de Biasi








Areas de estudos
* Geografia física - Geomorfologia; Geologia; Pedologia; Hidrologia; Hidrografia; Glaciologia; Oceanografia; Geodésia; Biogeografia; Climatologia; Cartografia; Cartografia Temática.

* Geografia humana - Geografia Urbana; Geografia Cultural; Geografia Econômica; História do Pensamento Geográfico.

Apesar de existirem numerosas areas de estudos dentro da geografia, a importância específica é focada sobre o homem e seus aspectos sociais e ambientais. Como por exemplo, pode-se ver a preocupação de certos geógrafos quanto aos perigos naturais, em que, não só os aspectos geofísicos são estudados, mas também os aspectos humanos.


A National Geographic Society identifica cinco grandes temas-chaves para geógrafos:
* Locação/localidade
* Lugar
* Envolvimento e interação humana com este local
* Movimento/desenvolvimento em geral deste local
* Regiões